3 dicas para reconhecer um boleto falsificado

3 dicas para reconhecer um boleto falsificado

Muita gente ainda não confia muito nos meios de pagamentos digitais — principalmente os mais velhos, acostumados aos métodos tradicionais. Assim, os boletos continuam sendo uma opção bastante procurada. Mas… engana-se quem acredita que os golpistas deixaram seus velhos hábitos para trás e migraram somente para as plataformas digitais. Pelo contrário, eles estão até mais sofisticados, usando dados de ambos os meios.

E como evitar que você pague um boleto falsificado? A Konduto, empresa brasileira especializada em análise de fraudes, listou 3 maneiras de você evitar problemas:

  • 1. Observe bem a fonte de emissão do boleto: muitas vezes, o fraudador encaminha um e-mail, SMS ou WhatsApp com o link do boleto adulterado, como se fosse esse lojista, induzindo o cliente a efetuar o seu pagamento. Nunca é recomendável baixar os documentos dessas fontes. A melhor maneira de acessar o conteúdo original é direto do site da loja.
  • 2. Preste atenção no valor: em todos os boletos bancários, os últimos números do código de barras se referem ao valor do documento — ou seja, se ele termina em 20126, significa que a quantia a ser paga é de R$ 201,26. Portanto, você pode identificar uma fraude apenas observando se essas informações são divergentes. Vale destacar aqui quem nem toda conta impressa é um boleto bancário, então, fique esperto para não confudi-los.
  • 3. Olhe com cuidado os dados e o código de barras: um ponto importante é verificar se os dados bancários, como agência e conta, estão escritos de forma legítima — um documento que tenha esses símbolos apagados ou substituídos por outros caracteres é um sinal de alerta. Um código de barras pode ser rasurado propositalmente para que você introduza uma sequência de números que não condiz com sua representação gráfica.

São apenas 3 simples observações, mas que podem evitar muitas dores-de-cabeça. Portanto, se você costuma pagar via boletos, não custa nada ficar esperto com essas considerações no próximo pagamento.

Fonte: Tecmundo
Windows 7 terá suporte encerrado em 2020 e Windows 8 este ano

Windows 7 terá suporte encerrado em 2020 e Windows 8 este ano

A Microsoft começou a notificar usuários que, após 10 anos encerrará oficialmente o suporte ao sistema operacional Windows 7 em 14 de janeiro.

A notificação traz uma imagem de um laptop e a seguinte mensagem: “14 de janeiro de 2020 será o último dia em que a Microsoft oferecerá atualizações de segurança e suporte técnico para computadores que rodam Windows 7. Sabemos que mudanças são difíceis, por isso estamos avisando com antecedência para ajudá-los a copiar seus arquivos e se preparar para o que vem depois.”

Lançado em 2009, o Windows 7 ainda é considerado uma das melhores versões do popular sistema operacional da Microsoft. Mesmo hoje em dia, 36,9% de usuários de desktop utilizam o antigo sistema operacional, em relação a 39,22% que usam o Windows 10.

A Microsoft anunciou também que vai adiantar o encerramento definitivo do Windows 8.

O suporte ao sistema operacional já havia sido descontinuado em janeiro de 2016, mas os aplicativos do Windows 8 ainda receberiam atualizações através da Windows Store.

Segundo o cronograma original da publicação no blog; os aplicativos dos Windows 8 parariam de receber atualizações a partir de 1 de julho de 2023.

Com a alteração, porém, isso deverá acontecer mais cedo: o suporte aos apps será descontinuado em 1º de julho de 2019. Com isto, o SO será encerrado definitivamente.

Os aplicativos voltados ao Windows 8.1, continuarão recebendo updates até 1º de julho de 2023.

Neste ano a Microsoft encerrou o suporte ao Windows XP.

Fonte: GameVicio

 

Investimento em cibersegurança no Brasil deve aumentar ainda este ano

Investimento em cibersegurança no Brasil deve aumentar ainda este ano

A evolução da virtualização do mercado brasileiro traz consigo novos desafios, com a cibersegurança ocupando posição de destaque na lista de novas necessidades. Diante deste cenário, a Tempest Security Intelligence realizou uma pesquisa com 50 companhias de 15 segmentos diferentes a fim de averiguar como andam as defesas das empresas brasileiras.

A ideia era avaliar um panorama geral sobre o tema diante de novas legislações de proteção de dados, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ratificada em maio de 2018 no Brasil, e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), implementado na Europa em maio do ano passado.

Com representes de setores variados como mídia, transporte, energia, seguros, mercado financeiro e varejo, as empresas relataram deram boas dicas dos caminhos da cibersegurança no país.

Em sua maioria, as companhias citam que o orçamento em segurança representa até 2% do faturamento, um número que deve crescer nos próximos anos. Neste ano, 38,8% das empresas ouvidas esperam elevar os gastos com isso em até 20%, enquanto 30,9% garante aumentar o investimento em no máximo 5%.

Nível de maturidade

Um dos destaques apontados pela pesquisa envolve a autopercepção do nível de maturidade de uma empresa em relação à cibersegurança. Com estágios indo de zero a quatro, o maior grupo se concentra no Estágio 2, que considera como “Estabelecido” o nível de adequação às exigências da atualidade.

O nível mais avançado, Estágio 4, considera “Avançado” o tema da segurança concentra 23,64% das companhias, enquanto o Estágio 3, que classifica como “Gerenciado” o patamar de maturidade em relação às questões de segurança, engloba 20% das companhias pesquisadas.

A parte preocupante, porém, está na informação de que cerca de 25% das empresas está no Estágio 0 (3,64%) ou “Inicial” (21,82%), quando a empresa ou dispõe de praticamente nenhum recurso de segurança formalizado ou tem alguns processos estruturados, mas não encampa estratégias globais sobre a cibersegurança.

Fatores relevantes

Entre os fatores citados pelas companhias mais relevantes para investimentos em cibersegurança, o principal deles é a proteção dos dados dos clientes, motivo apontado por 67,27% dos entrevistados. Em segundo lugar veio a reputação da marca (54,55%), seguido de perdas financeiras relacionadas a falhas de segurança (45,45%).

Fonte: Tecmundo