Aumento de ataques cibernéticos na pandemia ameaçam as empresas; veja como se proteger

Aumento de ataques cibernéticos na pandemia ameaçam as empresas; veja como se proteger

Dados internacionais mostram que neste ano, o total de ataques de ransomware cresceu 148%. O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador da empresa e cobra um valor em dinheiro pelo resgate. Este tipo de vírus age codificando os dados do sistema operacional e faz com que o usuário não tenha mais acesso ao sistema.

Outros estudos revelam que cerca de 93% das cyber violações ocorrem devido ao chamado phishing, sendo o e-mail a porta de entrada mais comum em 96% dos casos de ataques de hackers às empresas. Neste tipo de crime, os atacantes induzem os funcionários a clicarem em links ou abrirem arquivos que liberam malware no sistema. Além dos criminosos poderem assumir identidades falsas em conversa com os funcionários das empresas com o objetivo de coletar dados confidenciais, o phishing pode também induzir os colaboradores a realizarem eventuais transferências de valores em moeda.

Justamente para se proteger desse cenário, as empresas começaram uma corrida para contratar seguros de risco cibernético. Para se ter uma ideia, entre janeiro e agosto, o mercado de seguros cibernéticos cresceu 63,9% em relação ao mesmo período de 2019, alcançando R$ 24 milhões em prêmio, segundo a Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

Este tipo de seguro não é utilizado como forma de prevenir ataques cibernéticos, mas ajuda as empresas a se recuperarem em eventual ataque dessa ordem com a reparação de danos.

“A contratação do seguro não dá uma carta branca para a empresa deixar de adotar premissas de segurança relevantes, pelo contrário. O seguro somente será levado a efeito se estas estiverem presentes e devidamente monitoradas”

Entre os incidentes cibernéticos mais comuns estão: Invasões de rede, implantação de malwaresphishing, além daqueles derivados do comportamento inadvertido do usuário, que costuma ser sempre o elo mais fraco de uma cadeia de segurança.

Como se proteger?

No caso de empresas, a adoção de hábitos básicos podem protegê-las contra ciberameaças, como:

  • criação de senhas fortes
  • atualizações imediatas e frequentes de sistema operacional e softwares
  • solução corporativa de segurança de qualidade
  • backup CONFIÁVEL das informações críticas da empresa
  • antivírus de qualidade
  • filtro de proteção web

Além disso, é altamente recomendável oferecer treinamentos de conscientização em cibersegurança para que os funcionários possam identificar os riscos e trabalhar com segurança, seja em casa ou no escritório.

Para os usuários em geral, principalmente de smartphones, recomendações básicas e essenciais:

  • Ter um bom antivírus é fundamental; ele vai impedir a instalação de um app malicioso, ataques de phishing por WhatsApp, Messenger, e-mail etc.

  • Recursos de segurança nativos do sistema operacional do celular: para Android, é recomendável checar a opção de não instalar aplicativos de fontes não confiáveis; já no iOS, não é recomendável o jailbreak, já que a ação remove muitos recursos de segurança do dispositivo.

  • Garanta que o aparelho esteja sempre bloqueado com senha.

  • Realize atualizações e backups de dados frequentemente.

Sinais de que chegou a hora de formatar o computador

Sinais de que chegou a hora de formatar o computador

Lentidão… Travamentos… Vírus… Pane geral… … a temida Tela azul! Fim da linha, é hora de formatar seu computador. Estes são os sinais mais óbvios de que é hora de recomeçar sua máquina do zero.

Mas há outras razões que indicam o momento de resetar o PC.

Se você for vender ou doar o equipamento, trocar alguns hardwares ou, por exemplo, quiser mudar a versão do Windows, estas também são razões que indicam motivo para formatar o computador. Mas antes de tomar qualquer decisão, o mais indicado é conversar com um técnico em informática, dizer exatamente o que está acontecendo com a sua máquina e esperar o diagnóstico.

Além da notável lentidão e travamentos, a presença de vírus é outro indício forte de que a máquina precisa ser recomposta. Recentemente, a empresa de segurança digital Kapersky, fez uma lista de como identificar a infecção por um malware. Se você notar bloqueios inesperados, atividade elevada do disco rígido – que pode ser percebida pelo próprio acionamento da ventoinha quando você está apenas fazendo atividades normais, janelas estranhas indicando problemas de acesso ao sistema, programas que abrem sozinhos ou não respondem aos seus comandos e até a desativação inesperada do seu antivírus, pode apostar, é quase certo que seu computador esteja infectado.

Há quem prefira tentar outras alternativas antes de partir para a formatação da máquina. Você pode, por exemplo, tentar uma solução de segurança diferente para limpar vírus mais comuns; algumas telas de erros mais simples ou problemas com drivers também podem ser resolvidos sem a necessidade de formatar. Acredite, formatar nem sempre é a melhor opção…

Se depois de uma análise e até consulta com um especialista a decisão for mesmo formatar o computador, alguns cuidados básicos podem garantir que a solução não se transforme em um problema ainda maior.

A formatação é certamente uma saída mais rápida do que, muitas vezes, tentar ficar caçando um problema difícil de ser identificado. Mas, como dissemos, é preciso fazer uma análise do equipamento primeiro e ter certos cuidados. Para quem preferir formatar seu computador por conta própria, além dos cuidados já mencionados, é bom ter algum conhecimento de informática também. Além do backup, certifique-se que a versão do sistema operacional que você tem para instalar é compatível com o equipamento e também que se vai ser possível (e fácil) recuperar todos os programas que você está acostumado a usar.

As novas versões dos sistemas operacionais, especialmente o Windows, trazem funcionalidades úteis e sofisticadas. Mas, normalmente, exigem mais do processamento da máquina. Computadores mais antigos – entre 5 e 7 anos – dificilmente suportam essas atualizações e o primeiro sinal de que isso aconteceu é uma irritante lentidão da máquina. Se este for o caso, mesmo com uma formatação, a performance original do computador não vai ser mais recuperada. E você vai ter que escolher: continuar com o sistema operacional antigo, investir na máquina ou trocar de computador.

Dúvidas sobre seu computador a MILK Systems está a toda disposição.

Fonte: Olhar Digital
Falhas de privacidade são o foco de ciberataques durante a pandemia

Falhas de privacidade são o foco de ciberataques durante a pandemia

Compartilhamento de dados pessoais com aplicativos e sites não-confiáveis ou inseguros podem resultar na invasão de contas e até de sistemas corporativos inteiros

As vulnerabilidades que geraram maior número de ataques cibernéticos ao longo dos últimos meses estão ligadas, principalmente, às configurações de privacidade dos usuários. Riscos digitais ligados ao trabalho por ‘home office’ se tornaram mais evidentes ao longo da quarentena.

O aumento dos casos de ataques em quase 300%, já registrado desde julho por especialistas de segurança digital, está ligado também a necessidade de uma adaptação forçada e pouco estruturada ao modelo de trabalho remoto. Na vasta maioria dos casos, funcionários não possuíam uma estrutura de segurança em seus aparelhos digitais nem em suas redes de internet domésticas.

Como explica Caio Telles, especialista em segurança digital e diretor-executivo da Bug Hunt, a precariedade de estrutura no trabalho remoto se tornou um grande alvo para usuários mal-intencionados. “A vulnerabilidade das empresas ficou ainda maior devido ao acesso remoto dos sistemas via home office. As pessoas, muitas vezes, trabalham com um computador e também compartilham o uso do aparelho com outras pessoas da casa. Todo esse movimento se torna um risco para as redes das organizações.”

Nestes casos, as falhas de privacidade se tornam uma grande fragilidade para os usuários, podendo colocar em risco sistemas inteiros de suas empresas. Estes problemas são provenientes, principalmente, de autenticações através de contas em redes sociais em sites não confiáveis, e navegação e fornecimento de dados a sistemas com padrões de segurança de fácil quebra, por exemplo

Correções nestas falhas devem vir, principalmente, da preocupação de gestores em prover segurança cibernética para seus funcionários. Estruturação de redes confiáveis, uso de aparelhos dedicados ao trabalho e outros pontos viabilizam o trabalho remoto sem riscos aos envolvidos. “É preciso simplificar sistemas e integrar cibersegurança e testes nos processos de desenvolvimento. Além disso, é primordial conscientizar os colaboradores com o objetivo de criar uma cultura de segurança”, complementou Telles.

Via: Olhar Digital
A pandemia de cibercrime: por que os ataques de ransomware estão aumentando?

A pandemia de cibercrime: por que os ataques de ransomware estão aumentando?

Em questão de algumas semanas, quatro empresas de grande porte já foram afetadas por um ataque do tipo; entenda o que está acontecendo

Há alguns anos, especialistas em cibersegurança alertam sobre os riscos do ransomware, um tipo de ameaça digital que se distingue por “sequestrar” com criptografia os arquivos de um computador ou de uma rede e só liberá-los mediante o pagamento de um resgate. O ano de 2020 parece ser o ano em que essas previsões se concretizaram de uma forma palpável.

Em questão de semanas, alguns ataques bem-sucedidos a grandes empresas, que em tese deveriam ter as maiores proteções contra esse tipo de ameaça, começaram a ser noticiados. O mais notável deles atingiu a Garmin e chegou a afetar o funcionamento de seus produtos, fazendo com que seus clientes também fossem impactados pelo ataque.

No entanto, a Garmin está longe de ser a única. Apenas no mês de agosto vimos também a Canon, gigante especializada em câmeras, teve alguns de seus serviços derrubados, e agora também há o caso da Carnival, a maior operadora de cruzeiros do mundo, também foi diretamente afetada por ransomware. A fabricante automotiva Honda também teve suas operações afetadas por um ransomware conhecido como “Snake”.

Não é uma coincidência. Como explica o analista de segurança da Kaspersky, há neste momento uma ênfase ainda maior do cibercrime neste tipo de ataque, e existem bons motivos para isso.

O primeiro deles é óbvio: a pandemia. Com mais pessoas abandonando seus escritórios em regime de urgência, muitos departamentos de TI não puderam tomar todas as precauções necessárias para fazer com que funcionários estivessem preparados para o regime de trabalho remoto com total segurança, permitindo acesso a recursos corporativos sem todos os cuidados que esse tipo de acesso exige. Como explica Assolini, isso aumenta a superfície de ataque para um cibercriminoso.

O segundo tem a ver com um novo perfil de ataque, que se aproveita de novos marcos regulatórios sobre privacidade e proteção de dados para aumentar a pressão pelo pagamento do resgate. Na última grande onda de ransomware, vista entre 2016 e 2017, o método era mais simples: os autores bloqueavam o acesso aos dados e esperavam o pagamento. No entanto, empresas com backup e redundâncias conseguiam facilmente contornar o problema. Hoje, no entanto, o ataque se tornou mais sofisticado. O cibercriminoso aproveita a invasão à rede para roubar dados importantes, incluindo informações de clientes e segredos comerciais, e só então bloqueia os arquivos. O método tende a dar mais resultados, porque novas normas como a GDPR, a lei europeia de proteção de dados, preveem uma multa pesada para o vazamento de dados de clientes, fazendo com que as empresas se vejam duplamente pressionadas a pagar: para recuperar o acesso a seus arquivos e para evitar uma multa que pode ser ainda mais cara do que o resgate.

No entanto, como Assolini deixa claro, que, apesar do aumento da pressão sobre a vítima fazer o acordo com o cibercriminoso parecer vantajoso, não é tão simples assim. Ele nota que não há qualquer garantia de que o acordo será cumprido, e existe o risco de que ele volte pedindo mais dinheiro do que inicialmente combinado. Mesmo que ele cumpra o acordo, não há como garantir que o ataque não se repetirá. Por fim, mesmo que tudo ocorra exatamente como prometido, o pagamento incentiva a prática, permitindo que os autores continuem enxergando os ataques como lucrativos.

Como acontecem estes ataques?

O método de ataque também mudou nos últimos tempos. Se em tempos passados a infiltração na rede se dava pelo famoso “phishing”. É uma técnica que envolve enganar uma vítima em potencial, normalmente por e-mail, para levá-la a abrir um arquivo maligno enviado por e-mail acreditando se tratar de algo inofensivo. Pode ser, por exemplo, um documento do Word que carregue um macro que, quando habilitado, causa a infecção da máquina e, posteriormente, da rede de uma empresa.

Como aponta Assolini, as empresas estão mais atentas e treinadas contra esse tipo de prática, mas a pandemia criou um cenário novo, com novas vulnerabilidades que estão ativamente exploradas.

Um canal que tem sido amplamente explorado graças ao home-office forçado da pandemia tem sido o Remote Desktop Protocol (RDP) do Windows, um sistema que permite controlar remotamente um computador, o que costuma ser importante para suporte técnico, por exemplo. O cibercrime, então, busca encontrar empresas que tenham ativado essa ferramenta e utilizam métodos de força bruta para encontrar a senha para penetrar no sistema, então uma política de senhas fortes é importantíssima. Uma vez que essa proteção é quebrada, é como se o autor do ataque estivesse sentado em frente à máquina, com acesso total a todas as pastas, podendo fazer o que quiser com o computador.

A única limitação à ação do cibercriminoso quando esse tipo de ataque tem sucesso são os privilégios de administrador, mas nem isso é uma garantia. Empresas costumam restringir ações de funcionários por questão de segurança, impedindo que eles, por exemplo, instalem programas sem permissão da equipe de TI. No entanto, uma série de ações podem permitir ao autor quebrar essa proteção e realizar o que se chama de escalonamento de privilégios, para conseguir acesso total à máquina.

As precauções ainda não são tomadas

Você se lembra do WannaCry? Um dos maiores ataques da história afetou centenas de milhares de computadores pelo mundo em questão de algumas horas, bloqueando arquivos por criptografia. Assolini nota que existem evidências de que o ataque não era um ransomware comum, mas sim uma ação de sabotagem, já que o método usado para cifrar os dados era destrutivo, sem o real objetivo de permitir a sua recuperação.

Independentemente disso, o WannaCry ensinou (ou deveria ter ensinado) uma lição para administradores: a propagação do malware só se deu por uma vulnerabilidade no Windows para a qual a Microsoft já tinha liberado uma correção. Se os updates fossem instalados regularmente, o desastre teria sido evitado.

No entanto, três anos após o ataque, essa teoria não parece ainda ter sido colocado em prática, e existem duas explicações principais para que empresas continuem mantendo seus sistemas desatualizados, mas ambas giram em torno da economia de dinheiro.

A primeira delas é a pirataria. Companhias que usam o Windows pirata temem que a instalação de algum patch de segurança denuncie a irregularidade do software para a Microsoft, o que poderia trazer multas pesadíssimas. A outra é o risco de que atualizações causem perda de desempenho em máquinas antigas sem querer atualizar os computadores da empresa.

É uma escolha arriscada, mas é algo que as empresas continuam colocando na balança: os valores economizados valem os riscos de estar exposto a um ataque tão destrutivo quanto o de um ransomware? Especialmente diante das novas técnicas, que também incluem o roubo de informações sensíveis que podem ser expostas sem qualquer critério na internet.

Por que este tipo de ataque ganha força?

Porque é lucrativo. Assolini aponta que a tradição do cibercrime brasileiro é “imediatista”, como trojans bancários e clonagem de cartões de crédito, que permitem a extração rápida do dinheiro das vítimas.

O problema, para o cibercriminoso, é que este tipo de ataque é razoavelmente fácil de ser rastreado graças ao sistema bancário, que permite seguir sem grande dificuldade o destino do dinheiro.

E aí entram as criptomoedas, que já existem desde 2008, com o surgimento da Bitcoin, mas começaram a se popularizar e se diversificar (Litecoin, Ethereum, Monero e tantas outras) na primeira metade da década passada e viabilizaram um sistema de transações desregulamentado e muito mais difícil de se rastrear. O único ponto de vulnerabilidade para um cibercriminoso seria o momento em que essas criptomoedas são convertidas em dinheiro comum.

Não é exagero dizer que as criptomoedas viabilizaram os ataques de ransomware, já que até então todas as transações monetárias online poderiam ser facilmente rastreadas.

Via: Olhar Digital
9 a cada 10 empresas sofrem ataques cibernéticos no Brasil

9 a cada 10 empresas sofrem ataques cibernéticos no Brasil

Mais de 90% das empresas no México e no Brasil foram vítimas de pelo menos dois ataques cibernéticos no período de um ano.

Assim, entre abril de 2019 e abril de 2020, nove em cada 10 empresas foram vítimas desse tipo de ataque.

Os dados são de um levantamento da empresa de segurança cibernética Tenable, publicado recentemente.

Importância da cibersegurança

O estudo, denominado “A ascensão do executivo de segurança alinhado aos negócios”, entrevistou membros de 59 empresas do Brasil e 104 do México.

Além disso, o estudo também cobriu organizações de outros oito países da Europa e Ásia, bem como dos Estados Unidos e da Austrália.

No México e no Brasil, mais de 90% das empresas entrevistadas foram atacadas em mais de uma ocasião no período coberto pela investigação.

Em ambos os países, mais de 70% das empresas foram vítimas de ataques cibernéticos quatro ou mais vezes.

Em 36% dos casos, os ataques resultaram na perda de dados do cliente ou do funcionário, além de quedas de produtividade.

Assim, as perdas econômicas ou roubo de fundos afetaram 35% das empresas, enquanto o roubo de identidade afetou mais de 30% delas.

Brasil sofre com ameaças cibernéticas

De acordo com os dados coletados, 54% dos entrevistados no México experimentaram um aumento nos ataques cibernéticos nos últimos 24 meses.

Já no Brasil, esse aumento corresponde a 67% das empresas.

O relatório concluiu que falta maior atenção à segurança cibernética nas empresas, levando em consideração que apenas 43% dos entrevistados revisam periodicamente as métricas de desempenho da segurança cibernética.

O estudo afirma ainda que “as ameaças à cibersegurança prosperam em um clima de incerteza”.

Assim, o relatório mostrou que 41% dos ataques correspondem a malware ou phishing relacionado ao coronavírus.

Esta avaliação e os dados percentuais são consistentes com a visão da INTERPOL sobre a pandemia e seus efeitos sobre a segurança cibernética.

Já que no início de agosto, o secretário-geral da entidade, Jürgen Stock, garantiu que o coronavírus também é uma “ameaça à nossa saúde cibernética”.

Via: CriptoFacil
Risco de vírus em computadores de empresas no Brasil só aumenta

Risco de vírus em computadores de empresas no Brasil só aumenta

De acordo com uma nova pesquisa divulgada pela Avast, 15% dos computadores de empresas no mundo todo correm risco de infecção por vírus. No Brasil, especificamente, mais de dois em cada dez computadores corporativos (21%) estão atualmente em risco.

Conforme relatório da Avast, aumenta o risco de vírus em computadores de empresas no Brasil

As descobertas foram divulgadas no Relatório Global de Riscos para PC 2020 da Avast. A companhia analisou, por meio de inteligência de ameaças e detecção, a frequência dos ataques cibernéticos direcionados a PCs dentro de redes corporativas. De acordo com os dados do levantamento, a chance mundial de infecção por qualquer tipo de malware – isso inclui ameaças simples e avançadas – para um computador corporativo aumentou 4% no ano passado.

Embora as chances das empresas serem alvo de uma ameaça avançada sejam menores, a proporção é semelhante a todas as ameaças, com empresas com 5% (3% no ano anterior) de encontrar uma ameaça avançada e consumidores com 7% de chance ( 6% no ano anterior). Apesar do número de ameaças avançadas ser menor que o número de ameaças simples, elas representam as mesmas ameaças. As ameaças avançadas incluem malware disseminados por Estados nacionais, malware com empacotadores personalizados e recursos anti-emulação. Eles geralmente provêm de grupos criminosos que se concentram em taxas de infecção bem-sucedidas, garantindo que o malware que criam contorne a maioria das soluções de segurança que os usuários possuem.

“A taxa de inovação nas empresas é superada apenas pelo cenário de ameaças globais em rápida evolução. Infelizmente, isso significa que as empresas estão mais propensas a enfrentar crimes cibernéticos hoje, do que há apenas 12 meses atrás”, diz Luis Corrons, Evangelista de Segurança da Avast. “As empresas precisam adotar uma abordagem de segurança em camadas, para garantir a proteção na rede e nos endpoints como forma de mitigar as ameaças prevalentes e avançadas descritas em nosso relatório”.

Ranking de países com maior risco de infecção por vírus em computadores de empresas

No Vietnã, 46% dos PCs corporativos correm risco de ataques de malware, seguidos por 38% dos PCs corporativos em Bangladesh e por 35% na Indonésia.

Por outro lado, Irlanda, Suécia e Finlândia registraram a menor taxa de risco para empresas globalmente em 2019. Entre esses países, a Irlanda é sem dúvida o país com o menor nível de ameaça, sendo de apenas 11%. Notavelmente, essa taxa de risco aumentou a partir de 2018, quando três principais países de menor risco, Estados Unidos, Países Baixos e Irlanda, atingiram níveis de risco entre 8% e 9%.

O Reino Unido é o quarto país de menor risco, com 11% dos PCs corporativos em risco de exposição a malware. Em seguida, aparecem Japão, Dinamarca, EUA e Austrália, onde entre 11% e 12% dos computadores de empresas correm risco de infecção por vírus.

tabela paises infeccao por malware

Com centenas de milhões de usuários em todo o mundo, a Avast certamente possui uma das maiores redes de detecção de ameaças da indústria de segurança cibernética.

Metodologia

Inteligência de Ameaças: Este relatório é baseado em dados obtidos pela rede de detecção de ameaças da Avast entre setembro e outubro de 2019. Para fornecer dados estatisticamente relevantes, o relatório inclui dados de países, territórios e regiões com um tamanho de amostra de pelo menos 1.000 computadores usados por empresas.

Taxa de Risco Global: Para calcular as taxas de risco para o relatório, a Avast dividiu o número de computadores em que as camadas de proteção da Avast interromperam pelo menos uma ameaça pelo número total de computadores que a Avast protegeu ativamente no período de 30 dias.

Via: SeuCreditoDigital

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Windows 7 é alvo cada vez mais fácil para hackers, alerta FBI

Windows 7 é alvo cada vez mais fácil para hackers, alerta FBI

O fim do suporte ao Windows 7 terminou em janeiro de 2020, deixando muitos usuários sem manutenção e atualizações de segurança no sistema operacional da Microsoft — o que inclui um grande público no Brasil. E essa página virada significa também que a plataforma, agora defasada e sem a devida atenção por parte da empresa, vira um alvo ainda maior de crimes cibernéticos.

Quem afirma isso é o FBI, que publicou um relatório oficial a respeito da segurança do Windows 7 nesta semana. O departamento de investigação detectou um aumento de interesse na plataforma por parte de invasores, que agora estão em busca de vulnerabilidades que talvez não sejam sanadas pela companhia.

Em março deste ano, uma brecha grave foi detectada em várias versões da plataforma e, por causa do fim do suporte, o Windows 7 já não foi priorizado em correções — sendo que a situação só deve piorar daqui em diante.

É melhor prevenir

De acordo com o documento, fazer a atualização é extremamente recomendável, especialmente em clientes corporativos que têm redes inteiras ainda no Windows 7. Apenas quem adquiriu o pacote Extended Security Update (ESU) da Microsoft está mais seguro, com garantia de proteção até janeiro de 2023.

O FBI reconhece que migrar de sistema operacional pode ser complicado e até custoso, pois pode envolver a compra de um novo aparelho. Porém, o custo disso seria pequeno se comparado a virar vítima de um desses ataques, especialmente a nível corporativo.

Via: TecMundo

Fonte: FBI
Vazamentos de dados cresceram 47% desde o início da pandemia

Vazamentos de dados cresceram 47% desde o início da pandemia

A disseminação do novo coronavírus se tornou, além de um problema de saúde pública, uma questão de segurança digital. Agora, esse aspecto surge com evidências numéricas em um estudo da PSafe, que revelou um aumento de 47% no número de empresas vítimas de vazamentos de credenciais e informações confidenciais desde março, quando a pandemia foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O aumento se refere ao número registrado no trimestre anterior e, para os especialistas em segurança, é um reflexo direto da adoção acelerada do home office na maioria das empresas ao redor do mundo. O trabalho a distância teve de ser implementado às pressas e sem os protocolos de proteção necessários, o que acabou fazendo com que o mercado corporativo se tornasse um alvo ainda maior para os hackers.

“Os colaboradores passaram a utilizar o Wi-Fi de suas próprias casas, que não proporcionam o mesmo nível de segurança das redes empresariais. O próprio dispositivo [também está sendo usado para trabalhar], algo que, sem uma solução de segurança adequada, põe em risco os dados confidenciais”, explica Marco De Mello, CEO da PSafe. Para ele, a adoção do home office levou não apenas a atropelos na implementação de salvaguardas, mas também criou novas necessidades que não estão sendo atendidas.

O executivo aponta, ainda, a iminência da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que passa a valer em agosto deste ano. Com as novas exigências do governo, que se não cumpridas, podem resultar em multas e sanções, as companhias têm uma nova preocupação relacionada à segurança, que surge em um ambiente no qual sua implementação pode não ser das melhores.

“A conjuntura dois fatos reforça que é preciso interceder com rapidez”, completa Mello, indicando a adoção de soluções de segurança corporativas como o melhor caminho. Plataformas de gerenciamento e monitoramento de rede, assim como sistemas de controle de acesso se tornaram essenciais para garantir proteção nestes momentos complicados, com as defesas continuando de pé mesmo com um eventual retorno às atividades presenciais.

Além disso, os colaboradores e administradores devem ficar atentos a ataques de phishing e golpes que usam engenharia social como porta de entrada para as redes corporativas. Por fim, o ideal é manter soluções de segurança atualizadas, assim como os próprios dispositivos conectados às infraestruturas internas, como forma de mitigar falhas conhecidas que possam ser exploradas por criminosos.

Via: CanalTech

Fonte: PSafe
Coronavírus eleva ataques cibernéticos: saiba como se proteger

Coronavírus eleva ataques cibernéticos: saiba como se proteger

Hackers se aproveitam de tema sensível para lançar golpes, roubar dados e extorquir vítimas

As ameaças digitais estão se aproveitando da preocupação das pessoas com a Covid-19. Com tantas pessoas em busca de informações sobre a doença, hackers enviam mensagens com notícias falsas fingindo serem informações reais da OMS (Organização Mundial da Saúde), de universidades de renome e de outras organizações, espalhando assim uma série de malwares criados para roubar ou alterar dados dos seus dispositivos e ter acesso irrestrito a arquivos, sejam eles corporativos ou pessoais.

Recentemente, a CISA (Agência de Infraestrutura de Segurança dos Estados Unidos) emitiu um alerta pedindo atenção aos golpes virtuais relacionados à enfermidade. Segundo a agência, os criminosos enviam e-mails com links para sites fraudulentos e anexos maliciosos, induzindo as vítimas a revelar informações confidenciais ou fazer doações para instituições que não existem.

Na lista abaixo, confira cinco dicas para evitar que você e seus colaboradores caiam em golpes, mantendo seus dispositivos e informações a salvo.

Tenha cuidado com seus e-mails

E-mails com logotipos parecidos ao da OMS ou de universidades famosas com um anexo para fazer o teste de coronavírus. Se você abrir o documento, más notícias. Quando é baixado, ele solicita a instalação de um programa que infecta seu computador com um malware. Outro golpe que tem sido comum é o de um link para um vídeo que mostra a construção dos hospitais temporários na China durante o surto de COVID-19 no país. Isto só para citar dois exemplos de truques que os hackers estão usando para invadir computadores no mundo todo.

Outra fraude comum é o envio de mensagens disfarçadas de documentos importantes sobre o COVID-19 ou relacionadas ao seu trabalho. O e-mail geralmente pede aos usuários para que baixem e abram vários anexos do Office. Acontece que estes anexos instalam tipos de vírus perigosos para sua máquina.

“A principal orientação nesses casos é: suspeite de todos os e-mails sobre o coronavírus. Evite clicar em links de e-mail suspeitos, fazer download de documentos desconhecidos e use apenas fontes confiáveis ​​para se informar sobre o COVID-19. Nunca revele informações pessoais ou financeiras por e-mail e sempre confirme a autenticidade de uma instituição antes de fazer doações”, orienta Dean Coclin, diretor sênior de desenvolvimento de negócios da DigiCert.

Lembre-se de deletar mensagens suspeitas de remetentes desconhecidos. E se tiver dúvidas sobre algum link que recebeu, entre em contato com seu suporte de TI.

Outra coisa importante é se certificar de que seu e-mail pessoal e de trabalho estão em dispositivos diferentes, pois se um dos correios eletrônicos for atingido por um hacker, o outro estará protegido. É muito comum que um vírus do seu e-mail pessoal também infecte um e-mail comercial.

Navegue com atenção

Enquanto circula por sites, mídias sociais e aplicativos, não abra e baixe arquivos de sites suspeitos, nem clique em qualquer link enviado em redes sociais. E mantenha todos os seus dispositivos com antivírus atualizado.

Proteja sua rede

Uma rede invadida pode significar acesso ao sistema por usuários não autorizados. Elimine essa chance controlando quem pode ter acesso a ela. Para isso use a Autenticação Multifator (MFA), ela garante que apenas usuários autorizados possam acessar sistemas controlados. Além disso crie uma senha forte para sua internet doméstica.

“Se você optar por usar seu dispositivo em uma cafeteria ou outro espaço público, tome cuidado com o Wi-Fi público e não confie em redes abertas. Sempre verifique se o dispositivo não está configurado para se conectar automaticamente a qualquer sinal Wi-Fi e, se estiver, desabilite esta função. Com estes cuidados, você já reduz bastante o risco de crimes cibernéticos “, explica Coclin.

Se necessário, use seu telefone como ponto de acesso e configure seu dispositivo para que ele fique no modo invisível ou oculto para os outros dispositivos conectados à mesma internet.

Home Office seguro

O risco de ataques cibernéticos é ainda maior agora no período de isolamento social ou quarenta, já que muitas pessoas estão trabalhando de casa. Nessa hora, adotar hábitos de segurança é mais importante do que nunca.

Além de seguir as dicas listadas acima, lembre-se de trabalhar em um ambiente seguro e de todas as noites guardar seus dispositivos em lugares fechados, como em armários ou gavetas. Nunca se afaste do seu computador com ele desbloqueado e não permita que outras pessoas da família usem seus dispositivos de trabalho. Tente sempre usar um computador apenas para o trabalho e outro pessoal, que pode ser compartilhado com a família. Além disso, siga as diretrizes da equipe de TI da empresa e relate a ela qualquer problema ou e-mail suspeito que você receba.

Backup

Lembre sempre de verificar seus Backups. BACKUP (cópia de segurança) dos seus dados é um procedimento indispensável para o funcionamento do seu sistema de computadores. Talvez você nunca precise utilizá-los, porém é melhor prevenir. O backup é a única forma de recuperar informações em caso de desastres.

Fonte: CIO
O suporte ao Windows 7 terminará em 14 de Janeiro de 2020: veja sete perguntas e respostas

O suporte ao Windows 7 terminará em 14 de Janeiro de 2020: veja sete perguntas e respostas

O Windows 7, um dos sistemas operacionais mais populares da Microsoft, está com os dias contados: em 14 de janeiro de 2020, chega ao fim o suporte para a plataforma. Lançado em 2009, o software ainda opera em 26,86% dos computadores no mundo, mas deixará de receber atualizações do Windows Update e assistência técnica no ano que vem. A recomendação da Microsoft é fazer o upgrade para o mais novo sistema da empresa, o Windows 10.

Para esclarecer as principais dúvidas dos usuários quanto ao fim do suporte, confira a seguir, uma lista com sete perguntas e respostas sobre o assunto.

1. O que significa o fim do suporte?

Com o fim do suporte, os computadores com Windows 7 deixarão de receber atualizações de segurança. Além disso, o atendimento ao cliente da Microsoft não estará mais disponível para fornecer suporte técnico ao sistema operacional. Outros serviços relacionados ao Windows 7 também serão descontinuados ao longo do tempo.

2. O computador para de funcionar após esse prazo?

Não. O suporte para o Windows 7 será descontinuado, mas o software continuará funcionando normalmente. No entanto, se você decidir permanecer usando o sistema após 14 de janeiro de 2020, deve estar ciente de que o computador ficará mais vulnerável a vírus e outras ameaças, já que as atualizações de segurança serão suspensas a partir desta data.

3. Como posso me preparar para a atualização?

Se você vai fazer o upgrade do Windows 7 para o Windows 10 no mesmo computador, o primeiro passo é fazer um backup de todos os seus arquivos. O sistema oferece uma ferramenta nativa bastante eficaz e fácil de usar, que permite criar uma cópia dos documentos pessoais e transferi-los para uma mídia externa, como um DVD, pen drive ou HD externo. Outra opção é salvar os arquivos em um serviço de nuvem.

Antes do update, também é válido fazer uma pesquisa sobre o funcionamento do Windows 10. Embora conte com uma interface simples e intuitiva, o sistema apresenta algumas diferenças e novidades em relação ao Windows 7. Outra dica que pode ajudar a facilitar a transição é deixar a aparência do Windows 10 mais parecida com o Windows 7.

4. Posso atualizar para o Windows 10 de graça?

Não. Para fazer a atualização é preciso comprar o Windows 10. Na loja oficial da Microsoft, os preços variam conforme a versão do software e vão de R$ 730 a R$ 1599. O sistema operacional também pode ser encontrado em e-commerces confiáveis por valores mais em conta.

5. É melhor atualizar o sistema ou comprar um novo computador?

Se o seu computador tiver mais de três anos, talvez seja mais vantajoso comprar um novo dispositivo. Isso porque os PCs criados originalmente com o Windows 7 funcionam com uma tecnologia de mais de uma década e podem não oferecer a melhor experiência ao usuário que migrar para o Windows 10. As máquinas novas, em contrapartida, são mais rápidas (devido às unidades SSD) e duráveis, com baterias de maior vida útil.

Além disso, é importante ressaltar que nem todos os computadores conseguem rodar o sistema mais recente da Microsoft.

6. Posso continuar com o Windows 7?

Quem quiser continuar utilizando o Windows 7 de forma segura precisará estar disposto a pagar pelas atualizações de software, do contrário o computador estará vulnerável a malwares e invasores. A Microsoft anunciou que fornecerá novos patches de segurança para o sistema até janeiro de 2023.

Os preços não foram divulgados oficialmente pela empresa, mas o portal ZDNet teve acesso aos valores, que começariam em US$ 25 (cerca de R$ 103, em conversão direta). A Microsoft confirmou apenas que os preços variam conforme a versão do Windows e vão aumentar ano após ano.

7. O fim do suporte ao Windows 7 afeta o Microsoft Office?

Depende da versão do pacote Office. Segundo a Microsoft, o uso do Office 365 em sistemas operacionais mais antigos e sem suporte pode causar problemas de desempenho com o passar do tempo. Isso porque o software é regido pela chamada política de ciclo de vida moderna, que exige que os usuários estejam em dia com os requisitos de manutenção e do sistema publicados para o produto ou serviço.

Portanto, se essa for a sua versão do Office, a recomendação da empresa é migrar para o Windows 10. As versões sem assinatura do programa, como o Office Home & Student ou o Office Home & Business, terão suporte completo.

Fonte: TechTudo